Capicua
Regresso a este pedaço da rede larga mundial - uma péssima tradução para World Wide Web - para tentar recuperar um hábito de escrita que em tempos tinha, mas desta vez, deixando aqui rasto. Em primeiro lugar, não quero saber, quase tenho raiva de quem saiba, por questão de preguiça e de achar que não vale a pena, de reality shows, e de coisas absurdas que neles se passam. Não vou dispender mais linhas sobre esse assunto. Quero debruçar-me um pouco sobre a nossa comunicação social informativa. Os canais de notícias, como eles se anunciam. Serei apenas eu a olhar para aquilo como cada vez menos informação, e mais regurgitações de correntes de poder que lutam por convencer o público em geral das suas ideias, em prol dos seus objetivos? Ver uma jornalista perguntar a um comentador sobre se já houve esta ou aquela manobra militar, parece-me um absurdo. Mas não é a jornalista que tem o dever de informar? Agora limita-se a dar palco, com muito pouco contraditório, a quem debita a verborreia d...